Primeiramente vou dizer outros nomes dados a essas festa, tais como:
Gospel Nigth , Balada Gospel , Gospel Fantasy e etc.
Quero ir ao que interessa, começando pelo qual o motivo dessas festas: Geralmente são criadas para unir jovens e adolescentes de uma Igrejas ou de várias em seu arredor, usando um tema de Características " Gospel", para que dentro de um ambiente (Sítio, Galpões, Casas de Eventos) no intuito de chamar os Jovens, para que eles não fiquem na rua ou indo em lugares inapropriados sábado a noite.
Regras do Local: Não é permitido ficar ( beijar, abraçar e acariciar), sendo que se fizerem estarão sendo chamados a atenção , com risco de serem convidados a se retirarem do local.
O que acontece dentre da "Festa Gospel": La dentro é o seguinte; eles chamam um DJ, que tocar musicas irritantes como Arrebatados e derivados; também tocam Pregador Lu e HipHop, sempre é essa seqüência. Jovens se esbaldão com musicas dançantes e fazem aquilo que não fazem dentro de uma Igreja, e quando chegam la liberam geral, pulam e zoão bastante. E no final (em algumas festas) tem um momento de palavra que geralmente muitos não dão atenção, os temas são poucos como: namoro, responsabilidades, respeitar pai e mãe; creio ser raríssimo falarem de pecado em festas assim.
Minha Opnião: Francamente eu não gosto de festas assim. pra falar a verdade eu não gosto de festa , nem na época da pré adolescência quando eu (desviado do caminho do senhor e sem saber se eu era salvo) ia para querer beber bebidas alcoólicas e pegar uma garotas. Hoje em dia com minha mente transformada e sabendo que quando eu estou fazendo algo errado ou no lugar errado o Espírito Santo me incomoda e eu atendo o seu chamado em mim, eu jamais chamaria um colega meu para ir em um local desses, se eu estiver sabendo que ele está desviado e carecendo ser visitado pelo Espírito Santo, para convencer do seu pecado e clamar em arrependimento por Jesus Cristo... Como eu levarei ele a lugares assim? Imaginem, você leva um colega seu pra la, ai ta lega,l dança até as pernas latejarem de dor, no outro dia talvez fico sabendo que ele morreu atropelado ou qualquer coisa, ai eu digo " Ele era um cara legal, as suas ultimas horas passamos juntos nos requebrando pra valer"!?
Geralmente festas assim , não geram nos corações das pessoas arrependimento, angústia, batismo com o Espírito Santo e revelações.
Vou concluir com uma frase que eu aprecio muito do Pastor Norte-Americano Leonard Ravenhill que ele diz assim:
"O Entreterimento é o subistituto malígno para uma falsa alegria".(Leonard Ravenhill).
Tiago oliveira (T.O)
O Blog é um portal para que possamos aprender e sobre o nosso desejo acerca de uma inclinação para a vontade e soberania de Deus, visto que outrora eramos destituídos RM 3.23. Porém quando nos inclinamos em arrependimento e abaixamos nossas armas (egocentrismo) e percebemos o amor, a glória e soberania de Deus, e sendo assim clamamos pelo nome de Jesus em nossa vidas para sermos salvos pela graça ver. RM 3. 23-27.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
O namoro leva à intimidade, mas não necessariamente a um compromisso.
A cobertura sem o bolo pode ser bom mas faz mau no final
Jamie era uma caloura no ensino médio; seu namorado, Troy, estava no último ano. Troy era tudo que a Jamie sonhou em um rapaz, e por oito meses eram inseparáveis. Mas dois meses antes do Troy partir para a faculdade, ele abruptamente anunciou que não queria mais ver a Jamie.
“Quando terminamos, foi definitivamente a coisa mais difícil que já aconteceu comigo” Jamie me contou depois. Mesmo que fisicamente não passaram de um beijo, Jamie tinha entregado o seu coração e as suas emoções completamente ao Troy. Ele tinha aproveitado a intimidade enquanto servia às suas necessidades, mas a rejeitou quando estava pronto para seguir adiante.
Esta estória lhe parece familiar? Talvez você tenha ouvido algo semelhante de um amigo, ou talvez você mesmo tenha vivido isso. Como em muitos namoros, Jamie e Troy se tornaram íntimos com pouco, ou mesmo nenhum, pensamento sobre compromisso ou como seriam afetados quando terminassem. Podemos por a culpa no Troy por ter sido um canalha, mas façamos uma pergunta a nós mesmos. Qual é a idéia principal na maioria dos namoros? Geralmente o namoro estimula a intimidade pela própria intimidade - duas pessoas se aproximam sem nenhuma real intenção de um compromisso de longo prazo.
Intimidade que se aprofunda sem a definição de um nível de compromisso é nitidamente perigoso. É como escalar uma montanha com uma parceira sem saber se ela quer a responsabilidade de segurar a sua corda. Quando estiverem a seiscentos metros de altura em uma encosta, você não quer conversar sobre como ela se sente “presa” por causa do relacionamento. Do mesmo modo, muitas pessoas experimentam mágoas profundas quando elas se abrem emocionalmente e fisicamente apenas para serem abandonadas por outros que declaram que não estão prontos para um “compromisso sério”.
Um relacionamento íntimo é uma experiência linda que Deus deseja que experimentemos. Mas ele fez com que a realização advinda da intimidade fosse um sub-produto do amor baseado no compromisso. Você poderá dizer que a intimidade entre um homem e uma mulher é a cobertura do bolo de um relacionamento que se encaminha para o casamento. Se olharmos para a intimidade desta forma, então na maioria dos namoros só tem a cobertura. Normalmente falta a eles um propósito ou um alvo bem definido. Na maioria dos casos, especialmente no colégio, o namoro é de curta duração, atendendo às necessidades do momento. As pessoas namoram pois querem aproveitar os benefícios emocionais e até físicos da intimidade sem a responsabilidade de um compromisso real.
Na verdade, isso é a essência da revolução original do namoro. O namoro não existia antigamente. Como eu o vejo, o namoro é um produto da nossa cultura direcionada à diversão e totalmente descartável. Muito antes da revista Seventeen (Dezessete) dar dicas sobre namoro, as pessoas faziam as coisas de modo muito diferente.
Na virada do século vinte, um rapaz e uma garota apenas se envolviam romanticamente quando planejavam se casar. Se um rapaz freqüentasse a casa de uma garota, a família e os amigos deduziam que ele tinha a intenção de pedir a sua mão. Mas as variações de atitude na cultura e a chegada do automóvel trouxeram mudanças radicais. As novas “regras” permitiam às pessoas entregarem-se a todas as emoções do amor romântico sem nenhuma intenção de casamento. A escritora Beth Bailey documentou estas mudanças em um livro cujo título, From Front Porch to Backseat (Do Alpendre ao Banco de Trás), diz tudo sobre a diferença na atitude da sociedade quando o namoro passou a ser a norma. Amor e romance passaram a ser aproveitados pelas pessoas apenas pelo seu valor de entretenimento.
Apesar de muita coisa ter mudado desde os anos 20, a tendência dos namoros em caminhar na direção de uma maior intimidade sem compromisso permanece praticamente a mesma.
Para o cristão este desvio negativo está na raiz dos problemas do namoro. A intimidade sem compromisso desperta desejos - emocionais e físicos - que nenhum dos dois pode satisfazer se agirem corretamente. Em I Tessalonicenses 4:6 a Bíblia chama isso de “defraudar”, em outras palavras, roubar alguém ao criar expectativas mas não satisfazendo o que foi prometido. O Pr. Stephen Olford descreve defraudar como “despertando uma fome que não podemos satisfazer justamente” prometendo algo que não podemos ou não iremos cumprir.
Intimidade sem compromisso, semelhante à cobertura sem o bolo, pode ser gostoso, mas no final passamos mal.
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Texto de Joshua Harris do livro: "Eu Disse Adeus ao Namoro"
“Quando terminamos, foi definitivamente a coisa mais difícil que já aconteceu comigo” Jamie me contou depois. Mesmo que fisicamente não passaram de um beijo, Jamie tinha entregado o seu coração e as suas emoções completamente ao Troy. Ele tinha aproveitado a intimidade enquanto servia às suas necessidades, mas a rejeitou quando estava pronto para seguir adiante.
Esta estória lhe parece familiar? Talvez você tenha ouvido algo semelhante de um amigo, ou talvez você mesmo tenha vivido isso. Como em muitos namoros, Jamie e Troy se tornaram íntimos com pouco, ou mesmo nenhum, pensamento sobre compromisso ou como seriam afetados quando terminassem. Podemos por a culpa no Troy por ter sido um canalha, mas façamos uma pergunta a nós mesmos. Qual é a idéia principal na maioria dos namoros? Geralmente o namoro estimula a intimidade pela própria intimidade - duas pessoas se aproximam sem nenhuma real intenção de um compromisso de longo prazo.
Intimidade que se aprofunda sem a definição de um nível de compromisso é nitidamente perigoso. É como escalar uma montanha com uma parceira sem saber se ela quer a responsabilidade de segurar a sua corda. Quando estiverem a seiscentos metros de altura em uma encosta, você não quer conversar sobre como ela se sente “presa” por causa do relacionamento. Do mesmo modo, muitas pessoas experimentam mágoas profundas quando elas se abrem emocionalmente e fisicamente apenas para serem abandonadas por outros que declaram que não estão prontos para um “compromisso sério”.
Um relacionamento íntimo é uma experiência linda que Deus deseja que experimentemos. Mas ele fez com que a realização advinda da intimidade fosse um sub-produto do amor baseado no compromisso. Você poderá dizer que a intimidade entre um homem e uma mulher é a cobertura do bolo de um relacionamento que se encaminha para o casamento. Se olharmos para a intimidade desta forma, então na maioria dos namoros só tem a cobertura. Normalmente falta a eles um propósito ou um alvo bem definido. Na maioria dos casos, especialmente no colégio, o namoro é de curta duração, atendendo às necessidades do momento. As pessoas namoram pois querem aproveitar os benefícios emocionais e até físicos da intimidade sem a responsabilidade de um compromisso real.
Na verdade, isso é a essência da revolução original do namoro. O namoro não existia antigamente. Como eu o vejo, o namoro é um produto da nossa cultura direcionada à diversão e totalmente descartável. Muito antes da revista Seventeen (Dezessete) dar dicas sobre namoro, as pessoas faziam as coisas de modo muito diferente.
Na virada do século vinte, um rapaz e uma garota apenas se envolviam romanticamente quando planejavam se casar. Se um rapaz freqüentasse a casa de uma garota, a família e os amigos deduziam que ele tinha a intenção de pedir a sua mão. Mas as variações de atitude na cultura e a chegada do automóvel trouxeram mudanças radicais. As novas “regras” permitiam às pessoas entregarem-se a todas as emoções do amor romântico sem nenhuma intenção de casamento. A escritora Beth Bailey documentou estas mudanças em um livro cujo título, From Front Porch to Backseat (Do Alpendre ao Banco de Trás), diz tudo sobre a diferença na atitude da sociedade quando o namoro passou a ser a norma. Amor e romance passaram a ser aproveitados pelas pessoas apenas pelo seu valor de entretenimento.
Apesar de muita coisa ter mudado desde os anos 20, a tendência dos namoros em caminhar na direção de uma maior intimidade sem compromisso permanece praticamente a mesma.
Para o cristão este desvio negativo está na raiz dos problemas do namoro. A intimidade sem compromisso desperta desejos - emocionais e físicos - que nenhum dos dois pode satisfazer se agirem corretamente. Em I Tessalonicenses 4:6 a Bíblia chama isso de “defraudar”, em outras palavras, roubar alguém ao criar expectativas mas não satisfazendo o que foi prometido. O Pr. Stephen Olford descreve defraudar como “despertando uma fome que não podemos satisfazer justamente” prometendo algo que não podemos ou não iremos cumprir.
Intimidade sem compromisso, semelhante à cobertura sem o bolo, pode ser gostoso, mas no final passamos mal.
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Texto de Joshua Harris do livro: "Eu Disse Adeus ao Namoro"
por Italo Guimarães
terça-feira, 17 de maio de 2011
Bem Vindos e Base Bíblica para o tema do Blog
Sejam bem vindo amado é um irmão , colocarei posts semanalmente neste blog , não somente eu mais alguns amigos meus. Pretendo abordar vários assuntos neste Blog abrangendo Intimidade com Deus, Santidade, Namoro, Ministérios que eu faço parte pessoalmente ou não e vários outros assuntos de grande interese.
A Base Bíblica que me deu inspiração para o tema se encontra em Romanos 8. 1-7.
(1)Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
(2)Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.
(3)Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho e semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado da carne;
(4)Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
(5Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do espírito.
(6)Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do espírito é vida e paz.
(7)porquanto a inclinação da carne é inimizade contra deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.
Na Bíblia inteira praticamente você verá um tipo de Inclinação. um para orar, outro para pregar e entre outros tipos.
Esse palavra Inclinação, eu ouvi pela primeira vez enquanto eu escutava uma pregação do Gregório Mcnutt, em que certa parte da pregação ele fala de uma criança, que era conhecido por ser Inclinado para Orar!
A Base Bíblica que me deu inspiração para o tema se encontra em Romanos 8. 1-7.
(1)Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
(2)Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.
(3)Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho e semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado da carne;
(4)Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
(5Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do espírito.
(6)Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do espírito é vida e paz.
(7)porquanto a inclinação da carne é inimizade contra deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.
Na Bíblia inteira praticamente você verá um tipo de Inclinação. um para orar, outro para pregar e entre outros tipos.
Esse palavra Inclinação, eu ouvi pela primeira vez enquanto eu escutava uma pregação do Gregório Mcnutt, em que certa parte da pregação ele fala de uma criança, que era conhecido por ser Inclinado para Orar!
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